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Renovação na bancada federal de AL deve passar dos 50% nas eleições deste ano

A desistência de Sérgio Toledo de disputar a reeleição de deputado federal é a primeira, mas não deve ser a última.

Mais dois ou três dos atuais parlamentares alagoanos com assento da Câmara dos Deputados tem sérias dificuldades eleitorais no pleito deste ano.

O maior problema de alguns deputados – caso de Tereza Nelma (PSD) e Pedro Vilela (PSDB) – é a falta de nomes para montar chapas competitivas em seus partidos. Mas outros parlamentares enfrentam dificuldades mesmo em chapas consideradas viáveis. Nesse cenário, o que se espera é que apenas 6 ou no máximo 7 dos atuais deputados federais de Alagoas disputem a reeleição.

Considerando problemas na montagem de chapas, manutenção de bases eleitorais, a expectativa é que da atual bancada sejam reeleitos de 4 a 5 deputados federais por Alagoas. Isso representaria uma renovação acima de 40%.

Apenas quatro partidos que seguem como favoritos para eleger no mínimo um deputado federal por Alagoas: PP, MDB, União Brasil e Federação PT/PcdoB/PV. O PP é o único no momento com potencial para fazer três, enquanto os outros três podem fazer de um a dois. Os demais partidos, caso do PSD, Republicanos e Avante brigariam por uma vaga direta ou pelas sobras. As chances de PSDB, PDT, PSB, PL, partidos que também devem lançar chapas de federal em Alagoas são consideradas mínimas.

Como o senador Fernando Collor (PTB) não será candidato a reeleição, a renovação da bancada federal de Alagoas (serão eleitos nove deputados federais e um senador) deve chegar a 50% – ainda que sejam reeleitos cinco dos atuais deputados federais do Estado.
Fonte – Jornal de Alagoas

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